Time da Colômbia
Alex Justo e coordenadores do país falam sobre os desafios e o desenvolvimento da bandeira em solo colombiano.
Ensino, Colômbia

A Wise Up Colômbia começou como um projeto ousado e hoje já é um projeto de sucesso. No departamento de Ensino, Alex Justo se dedica para que o DNA Ometz, tão forte no Brasil, seja também aplicado por lá.
“Estamos trabalhando desde setembro com as unidades aqui, em Bogotá, e tem sido bem bacana ver o comprometimento dos coordenadores com o ensino e o modo como eles estão se desenvolvendo profissionalmente”, conta Alex. No total, são nove coordenadores e, em breve, a equipe vai crescer, totalizando onze.
Ele fala sobre a sua rotina. “Esta será uma semana para visitar as escolas, assistir aulas, observar professores e alunos e dar o devido feedback para eles. É sempre importante essa manutenção para que seja mantida a qualidade do ensino”.
E, por lá, as expectativas são muitas. “As matrículas estão crescendo e isso significa mais trabalho e novos desafios. Essa metodologia é totalmente nova na Colômbia, mas a aceitação tem sido muito boa e os coordenadores têm visto a evolução dos alunos em sala de aula; sempre que surge um problema, tentamos resolver juntos para dar mais segurança ao aluno”.
Blake Marquez, Coordenador da Wise Up Chicó, conta que assumir essa função é, para ele, uma experiência nova, mas muito gratificante. “Com o treinamento, eu pude ter uma ideia, mas não há nada como colocar em prática. Aprendo coisas novas todos os dias e procuramos fazer o nosso trabalho como o Alex nos ensinou”.
Quem também vive essa nova realidade à frente da coordenação é Ana María Escobar, da unidade de Puente Largo. “Aqui, temos conseguido levar a metodologia ao pé da letra e, com a ajuda de Alex, tenho conseguido trabalhar de forma eficaz, organizada e executando tudo da melhor maneira”.
Eles nos contam como tem sido a visão dos alunos colombianos quanto à metodologia multilevel classes. “A Colômbia tem essa característica de trabalhar com o sistema tradicional de ensino, então, é um desafio grande fazer com que os alunos sintam-se confortáveis em estudar em uma metodologia multilevel. Mas, depois que eles iniciam as aulas e entendem a logística, sentem-se confortáveis para arriscar em sala e, assim, ter uma maior interação”, conta Alex.
“Nessa metodologia, os alunos veem a possibilidade de interagir com colegas de distintos níveis como um estímulo para melhorar”, analisa Blake. “Passadas as impressões iniciais do curso, o conceito que os alunos têm sobre a Wise Up é de que o método é inovador e diferente de todas as escolas que ensinam inglês”, completa Ana María.
De acordo com ela, há um motivo pelo qual a metodologia encanta os alunos. “Além de aprender inglês e gramática, o nosso método lhes mostra a vida real, em um contexto real, em que as vivências reais acontecem ao redor do cotidiano”.
Além da metodologia, Blake ressalta que os alunos gostam também de outro fator. “Eles ficam encantados com as escolas, que são muito bonitas e confortáveis. Na nossa unidade, temos uma grande relação de carinho pelos nossos alunos, por isso, eles têm a confiança de nos contar o que pensam. Aqui, eles se sentem como se estivessem em casa. Isso é muito bom e se reflete nas salas de aula, com eles sempre muito abertos a aprender e a participar”.
Lucimara Savi