Se você, operacional, não ama o que faz, a cada dia que passar, você se sentirá um "peixe fora d'água".
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O dia dos namorados passou. O título deste texto é sugestivo à data, mas em nada está relacionado a essa comemoração (rs)! Eu inicio este texto fazendo-lhe algumas perguntas. Parece maçante, mas são válidas: você ama o produto que você vende diariamente? A sua escola é um produto! Você ama os seus clientes (alunos)? Você ama as atividades que você exerce dia a dia? As respostas para essas perguntas afetam diretamente a sua produtividade, atitude, comportamento, comprometimento, desempenho e determina o seu sucesso ou fracasso profissional.
Uma pesquisa feita em uma grande empresa, este ano, por uma revista de RH, que infelizmente não me recordo bem o nome, revela: quando perguntado sobre as razões de estarem na empresa, 56% dos profissionais entrevistados admitiram que não amam o que fazem e que estão descontentes com suas funções, mas precisam do salário ou dos benefícios para sustentar a família, educar os filhos etc. Até aí, nada de errado, afinal, qualidade de vida é essencial; mas quantos desses descontentes estão fazendo algo de concreto e diferente para mudar de vida? Quantos estão investindo em sua formação como profissional? Quantos estão fazendo a diferença para que esse quadro mude?
Se você, operacional, não ama o que faz, a cada dia que passar, você se sentirá um "peixe fora d'água", produzirá resultados medíocres e tudo que lhe restará será reclamar de tudo e de todos.
Diante disso, é necessário ter maturidade para admitir o quanto antes que quando o dinheiro é o principal motivo para manter-se no grupo, algo está muito errado e precisa ser mudado o quanto antes. Afinal de contas, de nada adianta ter dinheiro para abastecer a geladeira se, ao retornar à noite para casa, você não encontra, no seu dia de atividades, motivos para alegrar o seu coração. Você sabe muito bem do que eu estou falando. Aquela reversão, aquela última mensalidade que faltava ser recebida, aquele kit revertido. Aquela ligação de horas de uma reclamação que parecia não ter fim, mas que, no final, foi um sucesso, aquele evento. Aquele prêmio que só você recebeu, enfim...
Espero que você reflita sobre o que estou escrevendo, e desejo que você não faça parte desse perfil um tanto quanto medíocre de profissionais que se preocupam apenas com o lado financeiro do trabalho.
Há um ditado que revela: "quem ama o que faz, não precisa vender um único dia sequer". Pense nisso e uma semana de muito sucesso para você!
Abraços,
Jéssica Simões
Bom...sou nova por aqui..na verdade nem comecei, estou em treinamento, mais posso dizer que antes de começar estou encantada com o setor operacional..e realmente é fundamental gostar do que faz é edifiacante.Uma certeza tenho, estou no lugar certo!
Eu posso dizer com a boca cheia e com toda certeza do universo que amo incondicionamente o que faço!
Leo esta nota y me siento totalmente identificada, luego de haber paseado por muchos trabajos, con Wise Up encontre satisfaccion y compromiso, siento amor por mi trabajo, y eso es lo que hace que cada dia venga feliz y predispuesta a trabajar.
É importante nós profissional fazermos todas as tarefas com compromisso à escola e alunos,precisamos cuidar com muito amor,respeito;acompanhamentos nos atendimentos com autênticidade,verdade, dedicação ,paixão e garra.
Amar o que gosta e fazer com prazer é a melhor coisa.quando trabalhamos com o que gosta tudo fica mais fácil.trabalho com compromentimento,desempenho e determinação é a melhor coisa.
Jéssica parabéns pela palavra de hoje eu acho que li essa reportagem se não semelhante, e realmente amar o que faz traz resultados. É preciso investir se atualizar para ter êxito profissional.